PRÓXIMA ANTERIOR

La Mula (Espanha)

THAUMA

 

SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL - Sala Luis Miguel Cintra

14, 15 e 16 de maio às 20h (qui, sex, sáb)

Estreia Nacional

 

 COMPRAR BILHETES    Bilhetes: 12€ a 15€ (com descontos) Abrangido pelo Passe Cultura - disponível apenas na bilheteira do Teatro  +info

Técnica: Teatro visual, objetos Idioma: Sem palavras Público-alvo: +8 (A classificar pela CCE) Duração: 60 min.

 

Uma viagem cénica em direção ao espanto, que nos convida a olhar para o mundo como se fosse a primeira vez e de uma forma diferente.

 

 

Thauma é uma viagem por uma cabeça maravilhada. Funciona como um jogo poético, no qual se confunde o que está por cima e o que está por baixo, o fundo e a figura, o grande e o pequeno, criando diferentes formas de ver o mesmo.

 

Segue os códigos da novela gráfica e do teatro de objetos, propondo uma paisagem que se vai abrindo, revelando o seu interior.

 

Thauma é um poema cénico focado na capacidade de nos maravilharmos e de ficarmos suspensos num terreno poético que não tem finalidade, nem conclusão, nem fecho.

 

Uma experiência visual e sensitiva imperdível, que apela ao humor, à beleza, ao mistério e ao inesperado - a um espanto que não formula o pensamento, mas que pode ser a semente do próprio pensar.

 

 

Prémio da Crítica Barcelona 2025 - Nuevas tendências; Prémio Teatre Barcelona 2024 - Escena Híbrida; Prémio Dragão de Ouro para Melhor Espetáculo (Júri Internacional); Melhor Cenografia e Proposta Mais Inovadora - Fira de Titelles de Lleida; Prémios Max 2025- Melhor Design de Espaço Cénico.

 

"A Caixa das Maravilhas

Thauma é uma proposta atrativa, agradável e facilmente digerível. Isto é, para todos os paladares, idades e tipologias de público. Existirá algo mais universal do que o facto de olhar e surpreender-se? Uma plateia de miúdos e graúdos maravilhou-se com esta peça.

Trata-se de uma criação contemporânea para todos os públicos, uma hibridização astuta, um espetáculo pop de atmosfera brossiana e vanguardista (...).

Posso afirmar e afirmo, sem qualquer tipo de vergonha, que este espetáculo devia correr o mundo inteiro. E tenho a certeza absoluta de que funcionaria igualmente bem em todo o lado. Porque a capacidade de nos maravilharmos não conhece fronteiras. E porque é muito bonito, de vez em quando, ir ao teatro e deixarmo-nos surpreender." 

- Oriol Puigtaulé, Núvol

 

"Isto nunca se tinha visto em teatro 

Platão e Aristóteles consideravam a Thauma (maravilha) a impulsionadora da sabedoria e, por isso, o fundamento da própria filosofia. Andreu Martínez e Magda Puig Torres apropriaram-se deste conceito numa proposta cénica tão invulgar entre nós, quanto bem-sucedida. Embora não pretenda filosofar, a obra foca-se em cativar e maravilhar. Sim, é realmente assombroso." - Santi Fondevila, Now

 

"Imprevisto surrealista 

A estética joga a favor da surpresa, de brincar a imaginar mundos novos. Tem um referente focado, embora com uma abertura de câmara quase inalcançável. (...) 

O jogo é constante. A plástica, absoluta. Por momentos, podem imaginar-se instantes de um cataclismo da humanidade; noutros, uma brincadeira desproporcionada com um dinossauro que luta contra um helicóptero, como o gorila e os aviões de King Kong." - Jordi Bordes, Recomana.cat

 

"A criação é deliciosa, uma explosão de imaginação e de recursos. Tudo parte dessa premissa brossiana da surpresa, do deixar-se surpreender. Conseguir isto é um desafio maiúsculo para o artista: como provocar o espanto no espetador? Utilizam tudo: objetos telecomandados, técnicas de circo, movimento, texto (...). Thauma deveria estar, no próximo ano, no Kunstenfestivaldesartes de Bruxelas, em Estocolmo, em Estrasburgo, em Viena... Façam com que isso aconteça." 

- Andreu Gomila, Temps de les Arts

 

BIO

A companhia La Mula é formada por Magda Puig Torres e Andreu Martínez Costa. É uma companhia de teatro que trabalha no cruzamento entre as artes visuais, as marionetas e o espaço. Interessa-lhe a perceção, a sua alteração e o jogo. Compreendendo o palco como espaço para a experimentação, o seu trabalho está marcado por um teatro plástico e pela investigação na dramaturgia visual.

Magda Puig é uma criadora interessada na confluência entre as artes performativas e visuais. Foi artista residente do Teatre Lliure na temporada 23/24. Andreu Martínez Costa é ator, marionetista, encenador e investigador, trabalhando entre a Catalunha, a França e o Canadá. Colaborou com companhias Philippe Genty e El Conde de Torrefiel e é, atualmente, artista associado da companhia franco-norueguesa Plexus Polaire, onde participou nos espetáculos Moby Dick e Cendres, apresentados em outras edições do FIMFA.

 

 

 

FICHA ARTÍSTICA

Criação e encenação: Magda Puig Torres, Andreu Martinez Costa Mentoria internacional: Dimitris Papaioannou Dramaturgia: Jorge Gallardo Intérpretes: Marina Rodríguez, Juan Carlos Panduro, Erol Ileri Llordella Desenho de som: Marc Naya Figurinos: Nídia Tusal Desenho de luz: Tony Ubach Cenografia: Victor Peralta Engenheiro de artefactos: Pepo Carreras Construção de objetos: Andreu Martínez, Magda Puig Fotografias: Sílvia Poch Produção: Oriol Escursell Coprodução: Teatre Lliure, Nilak Apoios: Figurteatret Nordland, Ivam Cada Alcoi, Museum of Music Barcelona, Generalitat de Catalunya

www.lamula.org

 

x