Clair de Lune Théâtre (Bélgica)
O ORGUISHIBAI
MUSEU DE LISBOA - PALÁCIO PIMENTA
30 e 31 de maio das 15h30 às 16h30 e das 17h às 18h (sáb, dom)
Estreia Nacional
⇨ ENTRADA LIVRE
Técnica: Órgão de barbárie Idioma: Sem palavras Público-alvo: Famílias e público em geral, a partir dos 5 anos (A classificar pela CCE) Duração: 10 min. Várias sessões
O Orguishibai é um órgão de barbárie ou realejo, diferente de todos os outros e único no mundo! Toca música e conta histórias visuais e musicais, sempre com um humor peculiar, absurdo e alegremente belga. Em cartaz: Ceci n’est pas une mouche, sobre uma mosca que não o é. Uma experiência singular onde a surpresa e o riso se misturam com o absurdo da imagem e o compasso da música.
Vinte metros de desenhos desfilam a toda a velocidade, ilustrando uma catástrofe alegre, onde o caos se torna jogo e a desordem nos diverte e surpreende, numa proximidade direta com o público.
Ceci n’est pas une mouche é um clarão, um momento cómico e poético, um pensamento que não conseguimos afastar. Ela atravessa fronteiras, ignora portas, troça de redes mosquiteiras e desafia chinelos ou mata-moscas. Adora zumbir onde o silêncio é excessivo e incomodar onde tudo está demasiado arrumado. Na verdade, ela só vem trazer vida a este mundo tão enfadonho.
BIO
O português Paulo Ferreira vive em Bruxelas há vários anos, onde estudou banda desenhada e técnica de clown. A sua profunda admiração por Lotte Reiniger, a célebre realizadora alemã de cinema de animação com silhuetas, e a sua paixão por marionetas estão na origem do seu desejo de explorar o teatro de sombras. Encorajado pelos resultados das suas primeiras experiências, concretiza o seu sonho e cria a companhia Clair de Lune Théâtre em 1990. Em 2009 participou no FIMFA com Le Cyclo Théâtre e regressa agora com a sua mais recente criação. Desde a sua fundação, a Clair de Lune tem privilegiado o teatro de sombras sem palavras, acessível a todos os públicos, onde a música desempenha um papel importante. Com o Orguishibai, explora novos caminhos, novas técnicas e experiências. A poesia e o humor burlesco são os seus guias, sempre com um olhar crítico sobre as questões que atravessam a nossa época.
FICHA ARTÍSTICA
Conceção e desenho: Paulo Ferreira Olhar exterior: Hélène Pirènne, Michèle Nguyen, Marcelle Maillet Música: Jean Jadin Cenografia: Elise Dethier Construção do órgão e mecanismo: Benoit Paulis (Pauliphonic) Apoios: Espace Marionnettes de Tubize